segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Divina

Serena, formosa, desabrocha nas margens
Sorri por límpidas divinais figuras...
Das mais cândidas imaculadas e puras
Nascida no etéreo de oníricas paisagens...

Doçura de amor e ansiosas arfagens
No torpor lívido por entre as brumas...
Numa suavidade de delicadas plumas
Descortinou-se por tenras imagens...

Estranha forma, virginal e formosa!
De boca adocicada, sutilmente rosa,
Que em seu corpo, paira o céu a clarear...

​Permeiam as infinitas nostalgias!
Em mistérios de amor e as fantasias,
Com perfumes, inebriantes pelo ar... 



2 comentários:

  1. Soneto muito belo e bem construído. Onde a doçura, o encanto, o amor, flutuam livremente em cada verso.
    Gostei bastante, caro Antônio.

    Muito obrigado, pela visita e gentil comentário.
    Abraço e feliz semana.

    Mário Margaride

    http://poesiaaquiesta.blogspot.com
    https://soltaastuaspalavras.blogspot.com

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  2. Romântico e belo soneto.
    Um grande abraço e uma excelente semana

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