Serena, formosa, desabrocha nas margens
Sorri por límpidas divinais figuras...
Das mais cândidas imaculadas e puras
Nascida no etéreo de oníricas paisagens...
Doçura de amor e ansiosas arfagens
No torpor lívido por entre as brumas...
Numa suavidade de delicadas plumas
Descortinou-se por tenras imagens...
Estranha forma, virginal e formosa!
De boca adocicada, sutilmente rosa,
Que em seu corpo, paira o céu a clarear...
Sorri por límpidas divinais figuras...
Das mais cândidas imaculadas e puras
Nascida no etéreo de oníricas paisagens...
Doçura de amor e ansiosas arfagens
No torpor lívido por entre as brumas...
Numa suavidade de delicadas plumas
Descortinou-se por tenras imagens...
Estranha forma, virginal e formosa!
De boca adocicada, sutilmente rosa,
Que em seu corpo, paira o céu a clarear...
Permeiam as infinitas nostalgias!
Em mistérios de amor e as fantasias,
Com perfumes, inebriantes pelo ar...
Em mistérios de amor e as fantasias,
Com perfumes, inebriantes pelo ar...
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Soneto muito belo e bem construído. Onde a doçura, o encanto, o amor, flutuam livremente em cada verso.
ResponderExcluirGostei bastante, caro Antônio.
Muito obrigado, pela visita e gentil comentário.
Abraço e feliz semana.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Romântico e belo soneto.
ResponderExcluirUm grande abraço e uma excelente semana