Aurora, de luz radiante e aguardada,
Presença viva que o peito aquece,
No ideal que em meu ser floresce,
Trazei-me a veste de cristal, bordada.
Em vez de lutos e das noites frias,
Surge o frescor da manhã, bonança,
Entre as cores vivas da esperança,
Labor da vida e em fecundos dias.
Quando a tarde, em tons se locupleta,
Tingindo em cores toda esta montanha,
Vertendo enfim, luzes ao esteta...
E na paleta de um céu profundo,
Vendo o negrume que o cosmo banha,
Segue esta alma pincelando o mundo!

Olá, caro Antônio.
ResponderExcluirBelo e bem construído soneto que muito gostei.
O amor bem desenhado nestas belas palavras.
Parabéns!
Agradeço a visita e gentil comentário no meu cantinho. E deixo os votos de um feliz fim de semana.
Abraço fraterno!
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Bom dia
ResponderExcluirUm poema muito bem construído, com suas rimas bem dileneadas, e muito terno.
Um trabalho bem executado.
Gostei.
Tenha uma semana abençoada com saúde e paz.
Deixo um beijo
:)