Doce alma, flor dilacerada, alma pura...
É graça virginal, do amor e das belezas!
Meiga e solitária de silente formosura
Vai por entre sonhos e supremas realezas!
Linda e angelical, adornada com seus véus...
Musa delicada, graciosa, e junto às flores
Do aroma, da luz, dos luares, e dos céus
Dos prelúdios, sinfonias, cânticos, louvores...
Vive, no entanto, enfadonha amargura!
Por entre catedrais, dos delírios e visões...
Dentre o chorar, trêmulo da amargura,
Longe do amor, com as dores e aflições!
E no mais puro amor, que um dia feneceu,
Agraciado seja, o teu ser de amores vastos...
Pois venho com amor, do amor que é só teu
Para escutar, teus silêncios em meus braços...

Olá!!!
ResponderExcluirLindo texto!... Muito bem escrito.
Quero agradecer o carinho deixado no Alma!
Espero por você!
Vinicius.
Oi ammigo parabens pela maravilhosa poesi, ela chega a ser divina de tão linda. Abraços amigo. Celina;
ResponderExcluirEncantada com palavras tão Lindas e sentidas. Amei.
ResponderExcluirObrigado por sua visita sempre em meu cantinho.
Beijo
Quem é esse que me tortura?
ResponderExcluirLindo blog
Que profundidade se encerra neste escutar os silêncios nos braços do ser amado...Belo e muito intenso o teu poema.Adorei.Um abraço.
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