À espreita a morte conosco vaga,
Para descer aos sombrios leitos;
Até findar-se a aventura amarga,
No infortúnio estaremos sujeitos...
As flores na terra serão a estampa,
Os prantos vertidos agora também.
Cingindo a terra que agora acampa,
Com uma prece e findando Amém...
Cova soturna, silente e medonha
Abrigo soturno, funéreo da paz,
Melancólica sina desta anomalia...
A laje encerra de forma tristonha,
A alma defunta à terra então jaz,
Carcaça vencida em algoz moradia...
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(Escrevi esse poema após o falecimento de Dona Maria Erdei, no dia 10 de Setembro de 2008, as 16:00 h)

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